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CHICLETE

Page history last edited by PBworks 13 years, 1 month ago

                                    

                                           DÚVIDAS PROVISÓRIAS

                                  DO QUE É FEITO O CHICLETE?

                               ELE É PREJUDICIAL A SAÚDE?                                

                              PODE ENGOLIR O CHICLETE?

 

 

                                                 CERTEZAS PROVISÓRIAS

 

 

 

 

                                                 NÓS ADORAMOS CHICLETES......                             

 

 

 

 

 

                                                                HISTÓRICO

 

A origem do hábito de mascar chiclete é controversa. Alguns autores afirmam que o hábito de mascar gomas surgiu entre os índios da Guatemala, que mascavam uma resina extraída de uma árvore denominada chicle com a finalidade de estimular a salivação. Outros, que o hábito surgiu entre os Maias, no México, que mascavam uma goma obtida de um látex que escorria de cortes de uma árvore conhecida como Sapota zapotilla, hábito que os Astecas posteriormente assimilaram. Também na Grécia antiga era comum mastigar a resina de uma árvore chamada mastiche para lavar os dentes e melhorar o hálito.

Nos anos 60 do século XIX, Antonio Lopez de Santa Anna (presidente e general mexicano exilado nos EUA) trouxe para a América do norte uma resina cremosa (látex) a que chamavam chicle. Apresentou-a a Thomas Adams Jr, um fotógrafo e inventor nova-iorquino, que tentou, sem sucesso, vulcanizá-la, utilizando-a depois para o fabrico de pastilhas elásticas que se tornaram um sucesso. Mais tarde, melhorou-lhes o sabor acrescentando um pouco de licor, o que agradou aos seus clientes.

Industrialmente, a produção do chiclete iniciou-se em 1872 quando o americano Thomas Adams Jr iniciou a venda de pedaços de cera parafinada com alcaçuz. O nome Chiclete deriva-se de Chiclets, um produto da ADAMS.

As duas grandes guerras mundiais, principalmente a segunda, contribuíram para o aumento da popularidade da pastilha elástica, não só nos EUA mas também um pouco por todo o mundo. Era tida como terapia relaxante para o stress diário de que as pessoas eram vítimas.

Com o aumento do seu consumo, os fabricantes tiveram de procurar novos produtos que substituíssem as resinas naturais. Surgiram novos tipos (sem açúcar, com novas cores, novos sabores, novos formatos, etc.) e novas marcas de pastilhas, como é o caso da Trident em 1962.

No Brasil , a fabricação e a venda do produto iniciou-se em 1945.

 

 

Fonte(s):

wikipedia                                                                                        

 

 

 

O QUE É GOMA DE MASCAR?

 


Gomas de mascar são massas elásticas, mastigáveis, porém não deglutíveis, constituídas por açúcares, substâncias de uso alimentar, corantes e aromas permitidos e uma base gomosa, podendo apresentar-se sob várias formas, drageadas ou não.

O CHICLETE É PREJUDICIAL A SAÚDE?

 

Nas diversas marcas de chicletes disponíveis no mercado entram componentes variados. Todas têm por base um tipo de goma, óleos vegetais e muitas outras substâncias, que mudam de acordo com o tipo e com o fabricante. Entre os componentes entram adoçantes (no caso dos chicletes sem açúcar) ou o açúcar comum, existente nas gomas de mascar tradicionais.

Dependendo da pessoa, de sua idade e do volume de chiclete que costuma consumir, os diferentes

tipos de adoçantes podem trazer más conseqüências. Um exemplo são as diarréias, dada a lenta absorção de alguns adoçantes, como o sorbitol, pelo trato gastrintestinal. Já o açúcar comum é muito conhecido por sua capacidade de facilitar a formação da placa bacteriana, uma película que se forma sobre os dentes e promove a formação das cáries e o aparecimento de doenças na gengiva. Nos dois casos, a mastigação estimula a secreção de enzimas digestivas, o que pode gerar uma gastrite. Por isso, o uso não controlado, contínuo e por vezes até exagerado de gomas de mascar, balas e similares não é recomendável, principalmente para crianças e jovens. Além de não trazerem acréscimos valiosos à dieta, esses produtos podem causar prejuízos à saúde.

 

 

Fonte: Antonio Carlos Bombana, professor da Faculdade de Odontologia da USP

 

Um dos principais motivos para que os pais implicassem contra os chicletes tinha relação com sua desaprovação por médicos e dentistas. Na verdade, criou-se uma mitologia preconcebida do produto muito mais devido à sua novidade e rápida assimilação por crianças, adolescentes e jovens. Imaginou-se, por exemplo, que engolir a goma poderia matar, uma vez que grudava no intestino e bloqueava a passagem de alimentos. Afirma-se ainda hoje que, quando consumidos em excesso, os corantes das gomas irritam o esfíncter inferior do esôfago e podem provocar reflexo. Trariam também hipersecreção gástrica, por estimular o cérebro a produzir o líquido, dentro da suposição de que alimentos foram comidos. Acredita-se ainda que o uso diário do chiclete provoque desgaste da mastigação têmporo-mandibular.

Os médicos mais tolerantes acreditam que os chicletes não prejudicam a digestão, mas diminuem a vontade de comer. O ato de mascar provoca a falsa sensação de saciedade, de estômago cheio. As gomas de mascar dietéticas, por sua vez, se não causam cárie, produzem gases. Isto ocorre porque elas contêm alguns tipos de açúcar que não são digeridos pelo organismo humano. Chegam íntegras ao intestino grosso, onde são decompostas pelas bactérias da flora intestinal. E é esse processo que provoca gases.

Laércio Gomes Lourenço, especialista em aparelho digestivo, não vê maiores problemas com as gomas de mascar. Professor-adjunto doutor pelo Departamento de Cirurgia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Lourenço crê que o uso constante de "qualquer coisa" é prejudicial à saúde. O hábito diário de mascar goma pode ser prejudicial para as pessoas que têm tendência a doenças gástricas. O médico lembra que não é o chiclete que provoca cárie, mas o açúcar que o acompanha. Para os que garantem que o chiclete ajuda a oxigenar o cérebro, Lourenço é taxativo: o gás que corre no sangue é capturado pelos pulmões e não pela boca. O médico também desmente que engolir chiclete faz mal. Não faz porque a goma é digerida no estômago e intestinos.

 

 

 

DO QUE É COMPOSTO O CHICLETE?

 

 

Até a Segunda Guerra Mundial, o chiclete era feito de uma substância chamada chicle, misturada com sabores. Chicle é o látex do sapotizeiro (árvore nativa da América Central). Em outras palavras, o chicle é uma forma de borracha. Exatamente como tiras de borracha, que não dissolvem quando você as mastiga, o chicle também não dissolve. O chicle é bem mais macio do que tiras de borracha e ficam mais macios quando é aquecido na boca. 

Depois da Segunda Guerra Mundial, os químicos aprenderam a fazer bases de goma artificial para substituir o chicle. Estas bases de goma são essencialmente borrachas sintéticas que têm o mesmo perfil de temperatura do chicle.

As bases de goma (tanto natural como artificial) são misturadas com açúcar e outros temperos para fazer a goma de mascar. Quando você masca, a borracha solta estes temperos na boca.

A maioria dos chicletes listam inocentemente "goma-base" como um de seus ingredientes, e mascaram o fato de que petróleo, lanolina, glicerina, polietileno, acetato de polivinila, cera de petróleo, ácido esteárico e látex (possível alérgeno) podem estar entre seus componentes. Por causa dos padrões de identificação de itens como a goma-base e os flavorizantes, os fabricantes não estão obrigados a declarar tudo o que existe em seu produto. Segundo a Dertoline, indústria química francesa, "dercolitos" adesivos são usados como cola de rótulos e fitas adesivas e como base para chicletes. Muitas marcas também listam no rótulo glicerina e glicerol como ingredientes. Ambos podem ser derivados de animais. 

 

 As bases gomosas podem ser constituídas por misturas diversas dos componentes abaixo relacionados:

  - Coágulo de látex natural

  - Família Sapotaceas

Manikara zapotilla

Manikara chiclé

Manikara huberi

Manikara solimoensis

Manikara willamsii

Micropholis sp

Palaquium leiocarpum                                                                                           

Palaquium oblongifolium

  - Família Apocináceas

Couma utilis

Dyera costulata

Dyera lowii

  - Família Moraceae

Brosimum utile

Castilla fallax

Ficus platyphylla

  - Família Euphorbiaceae

Hevea brasiliensis (sólidos do latex e lâminas defumadas)

Cnidoscolus elasticus

cnidoscolus tepiquensis

  - Polímeros sintéticos

Acetato de Polivinila (P.M. mínimo - 2.000)

Copolímero estireno-butadieno (isento de monômeros)

Copolímeros ispreno - isobutileno (isento de monômeros)

Polietileno (P.M. entre 2.000 e 21.000)

Poli-isobutileno (P.M. acima de 37.000).

  - Resina terpênicas

Polímero de alfapinema

Polímeros de alfapinema-betapinema e ou dipentena (Índice acid-máximo 5 ind. sapon. máximo 5).

  - Plastificantes

Ácido esteárico

Ester de glicerol com breu (ind.acid. entre 3 e 9)

Ester de glicerol com breu parcialmente dimerizado (ind.acid. entre 3 e 8)

Ester de glicerol com breu parcialmente hidrogenado (ind.acid.entre 3 e 10)

Ester de glicerol com breu parcialmente polimerizado (ind.acid.entre 3 e 12)

Ester de glicerol com "Tall oil" (ind.acid.entre 5 e 12)

Ester metílico com breu parcialmente hidrogenado (ind.acid.entre 4 e 8; i. refração a 20° - 1,5170 - 1,5202)

Ester de pentaeritrico com breu parcialmente hidrogenado (ind.acid.entre 7 e 18)

Ester de glicerol com ácido esteárico (mono e diesterato)

Gelatina comestível

Gorduras comestíveis

Lanolina

Lecitina

  - Diversos

Amido

Carbonato de cálcio

Carbonato de magnésio

Cera de abelhas

Cera de carnaúba

Cera de petróleo - mistura de hidrocarboretos sólidos de natureza parafínica, com as seguintes especificações:

Absorbância (1 cm) (Método F.D.A., 121-1.156) mm:

280-289 - máximo 0,15

290-299 - máximo 0,12

300-359 - máximo 0,08

360-400 - máximo 0,02

Cera de petróleo-sintética (microcristalina) - mistura de hidrocarboretos sólidos de natureza parafínica obtida por polimerização de etileno, com as seguintes especificações:

P.M. entre 500 e 1.200

Absorbâncias - idênticas às das ceras de petróleo.

Estearato de sódio e de potássio

Fosfato de cálcio

Parafinas sintéticas - obtidas de monóxido de carbono e hidrogênio segundo Bischer - Tropsh - com as seguintes especificações:

  - Poderão ser usados antioxidantes permitidos para alimentos, nos limites previstos para os mesmos, calculado sobre o peso da base gomos

 

 

 

Fonte(s):

http://www.engetecno.com.br/legislacao/d...

 

 

CONSUMO                                                                  

 

Estima-se que cerca de 18 milhões de gomas de mascar são vendidas todos os dias no país. O Brasil é o segundo maior fabricante e consumidor do mundo, atrás somente dos Estados Unidos. De acordo com estudos da Adams americana, as vendas de gomas de mascar naquele país dobraram durante a década de 1990. No momento, passam das 100 mil toneladas por ano. Esta quantidade corresponde a cinco vezes o consumo brasileiro - dado que revela a potencialidade do país para os fabricantes internacionais.

O setor conta com mais de cem empresas no Brasil, muitas delas regionais e locais. A principal fabricante é a americana Warner Lambert (64%), que possui mais de vinte marcas próprias - somente a metade é comercializada. São as mais conhecidas do mercado: Adams, Trident, Chiclets, Clorets, Bubbaloo, Bubbaloo Tri, Freshen-up, Ping Pong/Ploc e Plets. Somente Ping Pong e Ploc ocupam 50% do mercado infantil, enquanto a Arcor fica com 25% - com itens como Big Big, Big Bolão, Bolim Bola e Frutas. No geral, a Arcor fica com 16%. Em terceiro, vem a Sukest (8%).

 

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